Sobre

Meu nome é Marcos Paulo, sou natural de Jataí-Go, formado em Sistemas Elétricos (Eletrotécnica) – Jataí/Goiânia-GO, Computação/Sistemas de Informação – UnB/UPIS, MBA em Gerenciamento de Projetos – FGV, Business Law – UCI – Califórnia – Estados Unidos e atualmente acadêmico de Direito (iniciado em julho/11). Moro em Brasília-DF, desde 1998, desempenhando as minhas atividades profissionais na CEB (Companhia Energética de Brasília), sendo que por um período de pouco mais de 3 anos (entre 2007 e 2010) estive cedido para o Metrô-DF.

Criei este blog com o intuito de registrar (uma ferramenta adicional), de forma totalmente despretensiosa, a minha escalada e passos rumo a um projeto maior, quase que um sonho, o de ingressar na carreira da magistratura e me tornar Juiz Federal lotado na minha cidade natal (daí o nome do projeto pasárgada – uma alusão ao poema de Manuel Bandeira).

O plano inicial é me dedicar ao máximo ao curso de graduação em Direito, absorvendo todo o conhecimento possível, obter aprovação na OAB, cursar uma pós-graduação, concomitantemente com a prática forense e/ou atividade de docência, sempre com o foco na magistratura. Após obter os 3 anos de prática exigidos para a habilitação em concursos, tentar aprovação ‘até passar’ em cargos para a magistratura, preferencialmente o de Juiz Federal da 1ª região.

Alea jacta est!!!

Brasília-DF, 25 de julho de 2011.

E-mail: [email protected]
Link para o CV na plataforma: Lattes
 
Manuel Bandeira recitando Vou-me Embora para Jataí, digo Pasárgada!!!
 

“Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada

Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo incosenqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive

E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei um burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d’agua
Pra me contar as histórias
Que no tempo de seu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada

Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar

E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
– Lá sou amigo do rei –
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.”

PP3

“Pax tibi Marce, evangelista meus. Hic requiescet corpus tuum”

“Que a paz esteja contigo, Marcos, meu evangelista. Aqui descansará o teu corpo”

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